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Transar na piscina? Quem nunca pensou, porque não? Hoje quero fornecer informações importantes sobre uma prática que muitos consideram, mas poucos discutem – sexo na piscina.⠀

Desafios da água clorada: A água da piscina, especialmente se for clorada, pode interferir no equilíbrio do pH vaginal. Isso pode aumentar o risco de irritações e infecções, como a vaginose bacteriana.⠀

Lubrificação insuficiente: A água pode remover a lubrificação natural, tornando o atrito desconfortável e aumentando o risco de pequenas lesões, facilitando a entrada de vírus e bactérias (de pele pra pele).⠀

Preservativos e barreiras aquáticas: O contato com a água pode enfraquecer a eficácia dos preservativos. Lembre-se de que é essencial usar métodos contraceptivos adequados para evitar riscos adicionais até quando for transar na piscina.⠀

Prevenção é a chave: Se decidir se aventurar, lembre-se de fazer xixi e de preferência fazer higiene íntima após a relação sexual para evitar infecção urinária. ⠀

Hidratação pós-atividade: Beba água para manter-se hidratada após a atividade, ajudando a restaurar o equilíbrio da flora vaginal.⠀

Ah, não esqueça de trocar a roupa de banho após. Roupa úmida aumenta as chances de fungo na região íntima, ainda mais em dias de suor e calor. Isso é essencial para evitar candidíase.

Bom final de semana e espero que esse conteúdo, tenha te ajudado de alguma forma.

Esse material é informativo e não deve ser utilizado para autodiagnóstico ou autotratamento.⠀

Dra. Teresa Embiruçu | CRM: 132211 | RQE: 37735.